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Os 10 Mandamentos na Internet


1o mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas”: clique em ferramentas, opções e comece colocando algum site católico como página inicial do sei favoritos. 

2o mandamento: “Não tomar Seu Santo Nome em vão”: Se você não está orientado pela Igreja, não fale como se possuísse a verdade eterna. Não poste em seu BLOG, FACE ORKUT a SUA verdade como se fosse a verdade oficial da Igreja. pode confundir os irmãos.

3o mandamento: “Guardar os domingos e festas”: Saia do quarto, da frente deste computador e vá na missa, no grupo de oração, na reunião de pastoral. A vida não se resume ao virtual. Viva a vida real.

4o mandamento: “Honrar pai e mãe”: Será que lá na sala não estão pessoas que esperam sua presença. Coragem: clique em iniciar, desligar o computador (não coloque apenas em modo de hibernação, pensando em voltar logo). Dê atenção aos seus pais, mesmo que eles não entendam nada de computador e não tenham a mínima noção do que é BLOG, ou CHAT ou FACE.

5o mandamento: “Não matar”: fuja dos joguinhos eletrônicos que fazem da morte e da violência um divertimento macabro.

6o mandamento: “Não pecar contra a castidade”: Nunca visite sites pornográficos nem mantenha conversas duvidosas em chats. Se já fez isso, formate sua máquina e comece do zero. Por Hoje Não. Outra coisa: formate seu coração com uma boa confissão.

7o mandamento: “Não furtar”: não roube senhas, não fique bisbilhotando a vida dos outros, não seja um rato de computador que utiliza o conhecimento para o mal. Não procure comprar coisas sem pagar ou tirar vantagens virtuais.

8o mandamento: “Não levantar falso testemunho”: Não minta. A mentira virtual é tão pecaminosa quanto a mentira real. Não brinque de ser grande, loiro de olhos azuis se você é pequeno, e tem olhos e cabelos castanhos. Diga a verdade. Seja autêntico na NET. Vale a pena.

9o mandamento: “Não desejar a mulher do próximo” Traição virtual é um dos grande pecados de hoje. Fuja desta brincadeira. Muitas famílias estão sendo destruídas assim. Não é porque a pessoas está distante e é desconhecida que a coisa é menos grave. É pecado mortal, pois mata famílias. É adultério.

10o mandamento: “Não cobiçar as coisas alheias”: Vemos tantas coisas na Net. Nem sempre temos tudo aquilo. Cuidado com o consumismo: mais um pendrive, mais um HD, outro micro, outro monitor… e assim vai. Tenha um micro bom. Mas não entre no círculo vicioso de querer trocar de micro a cada seis meses.

Filmes indicados pelo Vaticano



Em 1995, pelo centésimo aniversário do cinema, o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais editou uma relação de 45 filmes que possuem especial importância em matérias religiosas, artísticas ou morais. 

É importante destacar que os filmes das categorias Arte ou Valores podem conter aspectos religiosos, mas necessariamente não significa que o Vaticano tenha endossado seu conteúdo. Se fosse assim, tais filmes estariam na categoria Religião.

Vale dizer também que os filmes da categoria Arte são apresentados pelo seu trabalho artístico, e devem ser encarados por este aspecto. Se fossem pelo seu conteúdo moral, com certeza estariam na categoria Valores.

E é bom deixar claro que o fato de um filme estar classificado na categoria Valores que se esteja endossando todas as ideias morais de cada filme, mas com certeza pelo menos um. 

Todos os filmes devem ser vistos de forma madura, em especial na fé católica. Essa lista apresentada vem a confirmar a proposta do Projeções da Fé, pois temos aqui a pretensão de analisar e indicar filmes dentro de uma visão consciente, analisando cada obra e mostrando onde se adequam ou não aos preceitos que um cristão quer viver. O detalhe importante é que tudo isso será feito sem que se tenha uma visão pré-concebida de que "tudo é do capeta" ou "como isso não existe pode assistir". 

Enfim, vamos à lista dos filmes. Escolha um (ou mais) e busque na locadora. Não vão se arrepender.

RELIGIÃO

A Paixão (La Passion) - Ferdinand Zecca (França, 1903). 
A Paixão de Joana d'Arc (The Passion of Joan of Darc) - Carl Dreyer (França, 1928). 
O Senhor Vicente (Monsieur Vicent) - Maurice Cloche (França, 1947). 
As Flores de São Francisco (Flowers of St. Francis) - Roberto Rossellini (Itália, 1950). 
Ordet/O Mundo (Ordet/The World) - Carl Dreyer (Dinamarca, 1955). 
Ben-Hur (Ben-Hur) - William Wyler (Estados Unidos, 1959). 
O Nazareno (Nazarin) - Luis Bunuel (México, 1959). 
O Evangelho segundo São Mateus (The Gospel According to St. Mathew) - Pier Paolo Pasolini (Itália, 1964). 
Um Homem para todos os Tempos (A Man for All Seasons) - Fred Zinnemann (Inglaterra, 1966).
Andrei Rublev (Andrei Rublev) - Andrei Tarkovsky (União Soviética, 1966). 
O Sacrifício (The Sacrifice) - Andrei Tarkovsky (Suécia/França, 1986). 
A Missão - Roland Joffe (Inglaterra, 1986) 
A Festa de Babete (Babette\'s Feast) - Gabriel Axel (Dinamarca, 1987).  
Francisco (Francesco) - Liliana Cavani (Itália, 1988). 

ARTE 

Nosferatu (Nosferatu) - F. W. Murnau (Alemanha, 1922). 
Metrópolis (Metropolis) - Fritz Lang (Alemanha, 1927). 
Napoleão (Napoleon) - Abel Gance (França, 1927). 
A Pequena Garota (Little Women) - George Cukor (Estados Unidos, 1933). 
Tempos Modernos (Modern Times) - Charles Chaplain (Estados Unidos, 1936). 
A Grande Ilusão (Grand Illusion) - Jean Renoir (França, 1937). 
A Diligência (Stagecoach) - John Ford (Estados Unidos, 1939). 
O Mágico de Oz (The Wizard of Oz) - Victor Fleming (Estados Unidos, 1939).  - já analisado no PdF -
Fantasia (Fantasia) - Walt Disney (Estados Unidos, 1940). 
Cidadão Kane (Citizen Kane) - Orson Welles (Estados Unidos, 1941). 
The Lavender Hill Mob (The Lavender Hill Mob) - Charles Chrichton (Inglaterra, 1951). 
A Estrada (La Strada) - Federico Fellini (Itália, 1954). 
8 1/2 (8 1/2) - Federico Fellini (Itália, 1963). 
O Leopardo (The Leopard) - Luchino Visconti (Itália, 1963). 
2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Oddessy) - Stanley Kubrick (Inglaterra, 1968). 

VALORES 

Intolerância (Intolerance) - D. W. Giffith (Estados Unidos, 1916). 
Cidade Aberta (Open City) - Roberto Rossellini (Itália, 1945). 
A Felicidade não se Compra (It's a Wonderful Life) - Frank Capra (Estados Unidos, 1947) 
O Ladrão de Bicicletas (The Bicycle Thief) - Vittorio Di Sica (Itália, 1948). 
Na Área da Praia (On the Waterfront) - Elia Kazan (Estados Unidos, 1954). 
A Harpa da Birmânia (The Burmese Harp) - Kon Ichikawa (Japão, 1956). 
Morangos Selvagens (Wild Strawberries) - Ingmar Bergman (Suécia, 1957). 
O Sétimo Selo (The Seventh Seal) - Ingmar Bergman (Suécia, 1957). 
Dersu Uzala (Dersu Uzala) - Akira Kurosawa (União Soviética/Japão, 1975). 
A Árvore de Wooden Clogs (The Tree of Wooden Clogs) - Ermanno Olmi (Itália, 1978).
Carruagens de Fogo (Chariots of Fire) - Hugh Hudson (Inglaterra, 1981). 
Gandhi (Gandhi) - Richard Attenborough (Inglaterra, 1982). 
Adeus, Meninos (Au Revoir les Enfants) - Louis Malle (França, 1987). 
O Decálogo (Dekalog) - Krzystof Kieslowski (Polônia, 1988). 
A Lista de Schindler (Schindler\'s List) - Steven Spielberg (Estados Unidos, 1993).


Adolescente assina contrato que a proíbe de usar o Facebook por quatro meses.


Contrato feito pelo pai de RachelPaul Baier, vice-presidente da empresa Groom Energy Solutions, em Boston (EUA), fez a filha de 14 anos assinar um contrato onde ela terá que passar quatro meses sem acessar o Facebook. Segundo o acordo, a adolescente irá receber 400 reais pagos em duas parcelas.
A "abstinência" da filha Rachel começou no último dia 4 de fevereiro e irá continuar até o dia 26 de junho. Para que ela não quebre o contrato, o pai está autorizado a trocar a senha da filha na conta da rede social.
O mais surpreendente é que a ideia partiu da própria adolescente, que espera com a iniciativa um melhor rendimento na escola.
Fonte: O Povo
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             Fato no mínimo curioso. Chamou-me  atenção o auto conhecimento da menina de 14 anos, isso é importante para que tenha equilíbrio. Gostei do apoio do pai com a motivação dada com a medida (contribuição em dinheiro). 
             E você caro leitor será que ultimamente você não está precisando de uma pausa no Facebook? Será que ele não está desordenando o seu dia pelo excesso de tempo nele interagido? Cuidado! Fica a dica .
Um forte abraço, W. Junior .
(Coordenador do Blog Juventude Pode Crer) 

Redes Sociais são o tema da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações de 2013


Foi divulgada nesta quinta-feira a mensagem do Papa Bento XVI para o 47º Dia Mundial das Comunicações, que será celebrado no dia 12 de maio. Todos os anos, a mensagem é divulgada no dia 24 de janeiro, Dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas. O tema central deste ano são as redes sociais. Confira a seguir a íntegra do documento.
Redes sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização
Amados irmãos e irmãs,
Encontrando-se próximo o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2013, desejo oferecer-vos algumas reflexões sobre uma realidade cada vez mais importante que diz respeito à maneira como as pessoas comunicam actualmente entre si; concretamente quero deter-me a considerar o desenvolvimento das redes sociais digitais que estão a contribuir para a aparição duma nova ágora, duma praça pública e aberta onde as pessoas partilham ideias, informações, opiniões e podem ainda ganhar vida novas relações e formas de comunidade.
Estes espaços, quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana. A troca de informações pode transformar-se numa verdadeira comunicação, os contactos podem amadurecer em amizade, as conexões podem facilitar a comunhão. Se as redes sociais são chamadas a concretizar este grande potencial, as pessoas que nelas participam devem esforçar-se por serem autênticas, porque nestes espaços não se partilham apenas ideias e informações, mas em última instância a pessoa comunica-se a si mesma.
O desenvolvimento das redes sociais requer dedicação: as pessoas envolvem-se nelas para construir relações e encontrar amizade, buscar respostas para as suas questões, divertir-se, mas também para ser estimuladas intelectualmente e partilhar competências e conhecimentos. Assim as redes sociais tornam-se cada vez mais parte do próprio tecido da sociedade enquanto unem as pessoas na base destas necessidades fundamentais. Por isso, as redes sociais são alimentadas por aspirações radicadas no coração do homem.
A cultura das redes sociais e as mudanças nas formas e estilos da comunicação colocam sérios desafios àqueles que querem falar de verdades e valores. Muitas vezes, como acontece também com outros meios de comunicação social, o significado e a eficácia das diferentes formas de expressão parecem determinados mais pela sua popularidade do que pela sua importância intrínseca e validade. E frequentemente a popularidade está mais ligada com a celebridade ou com estratégias de persuasão do que com a lógica da argumentação. Às vezes, a voz discreta da razão pode ser abafada pelo rumor de excessivas informações, e não consegue atrair a atenção que, ao contrário, é dada a quantos se expressam de forma mais persuasiva. Por conseguinte os meios de comunicação social precisam do compromisso de todos aqueles que estão cientes do valor do diálogo, do debate fundamentado, da argumentação lógica; precisam de pessoas que procurem cultivar formas de discurso e expressão que façam apelo às aspirações mais nobres de quem está envolvido no processo de comunicação. Tal diálogo e debate podem florescer e crescer mesmo quando se conversa e toma a sério aqueles que têm ideias diferentes das nossas. «Constatada a diversidade cultural, é preciso fazer com que as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas aspirem também a receber um enriquecimento da mesma e a dar-lhe aquilo que se possui de bem, de verdade e de beleza» (Discurso no Encontro com o mundo da cultura, Belém, Lisboa, 12 de Maio de 2010).
O desafio, que as redes sociais têm de enfrentar, é o de serem verdadeiramente abrangentes: então beneficiarão da plena participação dos fiéis que desejam partilhar a Mensagem de Jesus e os valores da dignidade humana que a sua doutrina promove. Na realidade, os fiéis dão-se conta cada vez mais de que, se a Boa Nova não for dada a conhecer também no ambiente digital, poderá ficar fora do alcance da experiência de muitos que consideram importante este espaço existencial. O ambiente digital não é um mundo paralelo ou puramente virtual, mas faz parte da realidade quotidiana de muitas pessoas, especialmente dos mais jovens. As redes sociais são o fruto da interacção humana, mas, por sua vez, dão formas novas às dinâmicas da comunicação que cria relações: por isso uma solícita compreensão por este ambiente é o pré-requisito para uma presença significativa dentro do mesmo.
A capacidade de utilizar as novas linguagens requer-se não tanto para estar em sintonia com os tempos, como sobretudo para permitir que a riqueza infinita do Evangelho encontre formas de expressão que sejam capazes de alcançar a mente e o coração de todos. No ambiente digital, a palavra escrita aparece muitas vezes acompanhada por imagens e sons. Uma comunicação eficaz, como as parábolas de Jesus, necessita do envolvimento da imaginação e da sensibilidade afectiva daqueles que queremos convidar para um encontro com o mistério do amor de Deus. Aliás sabemos que a tradição cristã sempre foi rica de sinais e símbolos: penso, por exemplo, na cruz, nos ícones, nas imagens da Virgem Maria, no presépio, nos vitrais e nos quadros das igrejas. Uma parte consistente do património artístico da humanidade foi realizado por artistas e músicos que procuraram exprimir as verdades da fé.
A autenticidade dos fiéis, nas redes sociais, é posta em evidência pela partilha da fonte profunda da sua esperança e da sua alegria: a fé em Deus, rico de misericórdia e amor, revelado em Jesus Cristo. Tal partilha consiste não apenas na expressão de fé explícita, mas também no testemunho, isto é, no modo como se comunicam «escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011). Um modo particularmente significativo de dar testemunho é a vontade de se doar a si mesmo aos outros através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana. A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social.
Para aqueles que acolheram de coração aberto o dom da fé, a resposta mais radical às questões do homem sobre o amor, a verdade e o sentido da vida – questões estas que não estão de modo algum ausentes das redes sociais – encontra-se na pessoa de Jesus Cristo. É natural que a pessoa que possui a fé deseje, com respeito e tacto, partilhá-la com aqueles que encontra no ambiente digital. Entretanto, se a nossa partilha do Evangelho é capaz de dar bons frutos, fá-lo em última análise pela força que a própria Palavra de Deus tem de tocar os corações, e não tanto por qualquer esforço nosso. A confiança no poder da acção de Deus deve ser sempre superior a toda e qualquer segurança que possamos colocar na utilização dos recursos humanos. Mesmo no ambiente digital, onde é fácil que se ergam vozes de tons demasiado acesos e conflituosos e onde, por vezes, há o risco de que o sensacionalismo prevaleça, somos chamados a um cuidadoso discernimento. A propósito, recordemo-nos de que Elias reconheceu a voz de Deus não no vento impetuoso e forte, nem no tremor de terra ou no fogo, mas no «murmúrio de uma brisa suave» (1 Rs 19, 11-12). Devemos confiar no facto de que os anseios fundamentais que a pessoa humana tem de amar e ser amada, de encontrar um significado e verdade que o próprio Deus colocou no coração do ser humano, permanecem também nos homens e mulheres do nosso tempo abertos, sempre e em todo o caso, para aquilo que o Beato Cardeal Newman chamava a «luz gentil» da fé.
As redes sociais, para além de instrumento de evangelização, podem ser um factor de desenvolvimento humano. Por exemplo, em alguns contextos geográficos e culturais onde os cristãos se sentem isolados, as redes sociais podem reforçar o sentido da sua unidade efectiva com a comunidade universal dos fiéis. As redes facilitam a partilha dos recursos espirituais e litúrgicos, tornando as pessoas capazes de rezar com um revigorado sentido de proximidade àqueles que professam a sua fé. O envolvimento autêntico e interactivo com as questões e as dúvidas daqueles que estão longe da fé, deve-nos fazer sentir a necessidade de alimentar, através da oração e da reflexão, a nossa fé na presença de Deus e também a nossa caridade operante: «Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine» (1 Cor 13, 1).
No ambiente digital, existem redes sociais que oferecem ao homem actual oportunidades de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Mas estas redes podem também abrir as portas a outras dimensões da fé. Na realidade, muitas pessoas estão a descobrir – graças precisamente a um contacto inicial feito on line – a importância do encontro directo, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé. Procurando tornar o Evangelho presente no ambiente digital, podemos convidar as pessoas a viverem encontros de oração ou celebrações litúrgicas em lugares concretos como igrejas ou capelas. Não deveria haver falta de coerência ou unidade entre a expressão da nossa fé e o nosso testemunho do Evangelho na realidade onde somos chamados a viver, seja ela física ou digital. Sempre e de qualquer modo que nos encontremos com os outros, somos chamados a dar a conhecer o amor de Deus até aos confins da terra.
Enquanto de coração vos abençoo a todos, peço ao Espírito de Deus que sempre vos acompanhe e ilumine para poderdes ser verdadeiramente arautos e testemunhas do Evangelho. «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15).

Vaticano, 24 de Janeiro – Festa de São Francisco de Sales – do ano 2013.

Cristã entrega sua vida, para salvar !




Jovem professora cristã entregou a própria vida para salvar 17 crianças em massacre nos EUA




WASHINGTON DC, (ACI/EWTN Noticias).

Victoria Soto era uma professora cristã de origem porto-riquenha no colégio Sandy Hook em Connecticut (Estados Unidos) que conseguiu salvar a vida de 17 crianças no dia do massacre perpetrada por Adam Lanza , que deixou como trágico saldo a morte de 27 pessoas, entre eles 20 pequenos e o próprio assassino, que cometeu suicídio depois da matança.

Soto, de 27 anos, reagiu rapidamente quando escutou os disparos no sala de aula vizinha que Lanza havia invadido. Ela disse às 17 crianças que os ruídos eram parte de uma brincadeira e que para ganhar deviam esconder-se nos armários da sala e permanecer em silêncio. Os pequenos a obedeceram.

Segundo diversos meios locais, quando Lanza ingressou na sala de aula, Victoria disse que as crianças estavam em aula de ginástica mas a explicação não convenceu o homicida. Ele abriu fogo contra um dos armários e ela se colocou entre as balas e as crianças para protegê-los, o terminou custando sua vida.

"Abrace os seus seres queridos e diga-lhes quanto você os ama porque nunca se sabe quando você voltará a vê-los outra vez. Faça-o em homenagem a Vicki", escreveu em sua conta de twitter Carlee Soto, a irmã da professora assassinada, no sábado 15 de dezembro, um dia depois do massacre.

Um primo de Victoria , Jim Wiltsie, disse que Victoria "perdeu a vida fazendo o que amava. Ela amava essas crianças e sua meta na vida era chegar a ser uma professora para moldar estas jovens mentes".

Victoria , graduada na Eastern Connecticut State University, estava estudando para obter um mestrado em educação para deficientes na Southern Connecticut State University. Soto trabalhou durante 5 anos no colégio Sandy Hook.

"Temos uma professora que estava mais preocupada com seus alunos que por ela. Isso fala de seu caráter, seu compromisso e sua dedicação”. Assim assinalou o prefeito John Harkins de Stratford durante um memorial celebrado no sábado ao qual compareceram 300 pessoas em declarações reunidas pela Associated Press (AP).

Victoria Soto vivia com seus pais e suas irmãs e frequentava a Lordship Community Church em Stratford. Uma de suas amigas, Andrea Crowell, disse à AP que a professora "pôs suas crianças em primeiro lugar. Ela sempre falava disso. Ela quis fazer o melhor por eles, ensinar-lhes algo novo cada dia".